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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Aviso aos cursistas!!!


Oi Pessoal!
Estou aqui para dar um recado pra vocês: para o nosso encontro do dia 31 de outubro levem apenas as atividades referentes às duas primeiras unidades da TP 6 (unid. 21 e 22), pois realizaremos apenas uma oficina com duração de 4 horas. Isso porque a SRE nos repassou o calendário da SEE que determina que o Gestar II deverá ser encerrado até abril de 2010. Dessa forma, não é necessário correr contra o tempo, como estávamos fazendo. Podemos fazer uma oficina a cada encontro e, assim, teremos mais tempo para preparar e executar as atividades com nossos alunos.
Conto com a compreensão e com a presença de todos vocês no próximo sábado.
Um grande abraço,
Renata.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

RELATÓRIO DA OFICINA 10 - UNIDADES 19 E 20 DA TP 5

RELATÓRIO DA OFICINA 10 - UNIDADES 19 E 20 DA TP 5

NO DIA 10 DE OUTUBRO DE 2009 OCORREU MAIS UM ENCONTRO DO GESTAR II - LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNICÍPIO DE DIAMANTINA. REALIZAMOS A OFICINA 10, REFERENTE ÀS UNIDADES 19 E 20 DA TP 5 COM O OBJETIVO DE CONSOLIDAR AS REFLEXÕES PROVOCADAS PELA LEITURA E O DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES PROPOSTAS NESSAS DUAS UNIDADES DE CONSTRUÇÃO DA TEXTUALIDADE, EM QUE FOCALIZAMOS A COESÃO E AS RELAÇÕES LÓGICAS.

PARA INICIAR A DISCUSSÃO, PROPUS QUE OS CURSISTAS DESENVOLVESSEM A ATIVIDADE DA UNIDADE 19, QUE TRAZIA A MÚSICA "LUAR DO SERTÃO" E A ANÁLISE DOS ELEMENTOS DE COESÃO UTILIZADOS PELO AUTOR PARA ESTABELECER AS RELAÇÕES LÓGICAS.

AO EXECUTARMOS ESSA ATIVIDADE, PUDEMOS PERCEBER QUÃO COMPLEXA É A QUESTÃO DA COESÃO TEXTUAL, POIS MESMO ENTRE PROFESSORES HOUVE DISCORDÂNCIA EM ALGUMAS DAS RESPOSTAS SUGERIDAS PELA TP.

APÓS ESSA ATIVIDADE, PASSAMOS À SOCIALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS COM OS ALUNOS NO "AVANÇANDO NA PRÁTICA". NESSA OFICINA, OS CURSISTAS DIVERSIFICARAM NA ESCOLHA DAS ATIVIDADES E QUASE TODOS OS "AVANÇANDO NA PRÁTICA" FORAM UTILIZADOS.

ALGO QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO FOI O FATO DE UMA DESSAS ATIVIDADES, QUE CONSISTIA EM RESPONDER ALGUMAS PERGUNTAS E DEPOIS FAZER UM SORTEIO, SEPARANDO CADA LOTE DE PERGUNTAS EM LOCAIS DIFERENTES E DE POSSE DESSAS RESPOSTAS, TENTAR CRIAR UM TEXTO COERENTE, TER SIDO UM SUCESSO NUMA TURMA E UM FRACASSO EM OUTRA.

A PROFESSORA LÍLIA RELATOU QUE OS ALUNOS CRIARAM TEXTOS ABSURDOS. NA VERDADE, ELES NEM SE PREOCUPARAM EM DAR SENTIDO AO TEXTO QUE ESTAVAM ESCREVENDO, APENAS AGLUTINARAM OS PARÁGRAFOS, SEGUINDO A MESMA ORDEM DAS PERGUNTAS QUE HAVIAM RESPONDIDO.

MAS ESSE CASO FOI EXCEÇÃO, JÁ QUE A MAIORIA DAS ATIVIDADES ATINGIU O OBJETIVO DESEJADO: MOSTRAR A IMPORTÂNCIA DOS ELEMENTOS COESIVOS NA CONSTRUÇÃO DO SENTIDO.

APÓS AS APRESENTAÇÕES, COMENTEI QUE, EMBORA TODOS NÓS TIVÉSSEMOS TRABALHADO A COESÃO, NINGUÉM HAVIA APRESENTADO VÁRIAS CONJUNÇÕES AOS ALUNOS, PEDIDO QUE DECORASSEM, ETC. A METODOLOGIA DE TRABALHO FOI TODA BASEADA NA CONSTRUÇÃO DO TEXTO E NA FUNÇÃO QUE ALGUMAS EXERCEM DENTRE DELE SENDO RESPONSÁVEIS PELA CONTINUIDADE, PELA LIGAÇÃO ENTRE AS IDÉIAS APRESENTADAS.

O PROFESSOR MARCELO COMENTOU QUE, ALGUMAS VEZES, ELE DISCORDA DESSA METODOLOGIA DE ENSINAR O CONTEÚDO AOS ALUNOS SEM MENCIONAR A NOMENCLATURA GRAMATICAL. ELE CONCORDA EM TRABALHAR A GRAMÁTICA NA PERPSPECTIVA DA SUA FUNÇÃO DENTRO DO TEXTO, MAS CONSIDERA IMPORTANTE O CONHECIMENTO DA NOMENCLATURA PORQUE ALGUMAS INSTITUIÇÕES AINDA COBRAM DESSA FORMA EM PROVAS DE CONCURSOS.

CONCLUÍMOS APÓS ESSA DISCUSSÃO QUE A COESÃO TEXTUAL DEVE SER TRABALHADA DESDE OS ANOS INICIAIS, LOGO QUE O ALUNO SE APROPRIA DA ESCRITA, FAZENDO-O PERCEBER QUE HÁ PALAVRAS QUE FUNCIONAM COMO ELOS ENTRE AS IDÉIAS DE UM TEXTO.

ENCERRADAS AS DISCUSSÕES SOBRE AS ATIVIDADES DO "AVANÇANDO NA PRÁTICA", OS CURSISTAS DIVIDIRAM-SE EM GRUPOS, NOVAMENTE, E FIZERAM A ATIVIDADE PROPOSTA NO FINAL DA TP5, QUE CONSISTIA NA ANÁLISE DE UM TEXTO PUBLICITÁRIO UTILIZANDO A NEGAÇÃO COMO ELEMENTO PERSUASIVO.

AO FINAL DA ATIVIDADE, OS GRUPOS DEVERIAM PRODUZIR TEXTOS, UTILIZANDO A LINGUAGEM VERBAL E NÃO-VERBAL, PROVOCANDO O INTERESSE DO "COMPRADORES" POR MEIO DE UMA FRASE NEGATIVA ALIADA A INFORMAÇÕES SOBRE O PRODUTO. O INTUITO ERA PERSUADIR O LEITOR SEM EXPLICITAR O PRODUTO, CRIANDO UM SUSPENSE QUE TERMINARIA APENAS AO FINAL DO TEXTO.

NA PARTE DA TARDE, PARA ENCERRARMOS A PRIMEIRA ETAPA DE ESTUDOS DO GESTAR II FIZEMOS UMA OFICINA DE AVALIAÇÃO DESSA PRIMEIRA ETAPA.

A TURMA DIVIDIU-SE EM TRÊS GRUPOS, SENDO CADA UM RESPONSÁVEL POR RETOMAR, DE FORMA SUCINTA, O CONTEÚDO ABORDADO NAS TP'S ESTUDADAS DURANTE ESSE PERÍODO (TP 3, TP 4 E TP 5)E ELABORAR UMA TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA RELACIONADA AOS CONTEÚDOS.

A OFICINA DE AVALIAÇÃO FOI MUITO PROVEITOSA PORQUE OS PROFESSORES PUDERAM COLOCAR EM PRÁTICA TODA A TEORIA ESTUDADA ATÉ O MOMENTO, UTILIZANDO ATIVIDADES CRIATIVAS E INTERESSANTES QUE DEVERÃO SER LEVADAS PARA SUAS SALAS DE AULAS E APLICADAS COM OS ALUNOS.

QUERO DEIXAR EXPLÍCITA MINHA SATISFAÇÃO EM PARTICIPAR DO GESTAR II E AGRADECER AOS CURSISTAS DO MUNICÍPIO DE DIAMANTINA, QUE EMBORA SEJAM POUCOS, ESTÃO FAZENDO A DIFERENÇA E, COM CERTEZA, SÃO IMPORTANTES INSTRUMENTOS DE MUDANÇA PARA UMA EDUCAÇÃO MELHOR.

PS. ASSIM QUE TIVER UM TEMPINHO, POSTAREI AS TRANSPOSIÇÕES DIDÁTICAS FEITAS PELOS CURSISTAS.


RELATÓRIO DA OFICINA 9 - UNIDADES 17 E 18 DA TP 5


Professores-cursistas estudando, elaborando e apresentando as atividades da TP 5.

RELATÓRIO – OFICINA 9 – UNIDADES 17 E 18 DA TP 5

No dia  26 de setembro de 2009 realizou-se a oficina 9, referente às unidades 17 e 18 da TP 5 com o objetivo de compreender o conceito de estilo e como se estabelece a coerência textual.

Num primeiro momento, retomamos o texto do “Ampliando nossas referências” e pude perceber que os cursistas conheciam bem o conceito de estilo ligado à Literatura. No decorrer de nossos estudos, eles perceberam a diferença de estilo de época e do objeto de estudo da estilística.

Apresentei os slides que explicavam as duas primeiras unidades da TP 5. No decorrer da apresentação, ao ver os exemplos dados para explicar a coerência textual, vários professores reclamaram da dificuldade em trabalhar esse conteúdo. A maioria das reclamações tinha relação com a linguagem utilizada pelos jovens da atualidade: o “internetês”. Expliquei a eles a importância de mostrarmos aos nossos alunos que essa não é uma maneira incorreta de se comunicar. Muito pelo contrário, no meio em que ela  deve ser utilizada, que é o espaço virtual, ela é muito eficiente. Mas é preciso mostrar ao aluno que ele não pode se comunicar dessa forma a todo momento. No decorrer de nossa conversa, vimos que a linguagem da internet dá um excelente trabalho de língua portuguesa.

No momento seguinte, passamos à socialização das atividades do “Avançando na prática”. Como das outras vezes, antes de iniciarem as apresentações os professores reclamaram do curto espaço de tempo entre uma oficina e outra para concluir o trabalho do “Avançando na prática”.

Como o estudo do estilo é bastante interessante e envolve muito a literatura, os trabalhos apresentados foram bastante criativos. Eu, juntamente com uma outra colega do curso escolhi a atividade que tinha como tema o poema de Manuel Bandeira “Trem de ferro”. Tanto da minha parte quanto da outra professora foi uma experiência gratificante, pois os alunos gostaram muito desse contato com a literatura, com a musicalidade e se empenharam em fazer um bom trabalho.

Uma outra atividade bastante utilizada pelos cursistas foi a de montar textos, verbais e não verbais, mantendo a coerência. Os professores deveriam planejar a atividade dosando o grau de dificuldade de acordo com a nível da turma. Alguns professores iniciaram a atividade utilizando figuras, depois palavras para que os alunos formassem frases até conseguirem construir um texto. Essa atividade também foi bastante proveitosa, pois proporcionou aos alunos o exercício de práticas de leitura, estimulando a percepção da relação parte-todo na procura de pistas de significação.

Como as duas unidades estudadas enfocavam a construção da coerência textual e os aspectos lingüísticos e sociocomunicativos responsáveis pela construção de sentidos de um texto, os professores-cursistas foram convidados a analisar um texto publicitário explicitando como a coerência textual havia sido construída, levando em consideração aspectos verbais e não-verbais. Em grupos, os professores escolheram o texto e fizeram análises minuciosas de propagandas bastante veiculadas na mídia e, que aparentemente, não deixavam transparecer tantas significações em relação às intenções do seu locutor.

A meu ver, essa parte da oficina é muito interessante porque o professor se vê no papel de aluno, expõe suas dúvidas, seus questionamentos e, junto com outros colegas, procura soluções viáveis, o que enriquece sua prática pedagógica.

Após a realização dessa proposta de atividade quase não sobrou tempo para avaliação da oficina. Felizmente, os professores que tem sido assíduos em nossos encontros avaliaram positivamente a oficina, pois acreditam que a troca de experiências é um fator que enriquece a prática pedagógica.

Nos minutos finais, orientei sobre o estudo que deveria ser feito para a próxima oficina sem estender muito, já que voltaríamos na parte da tarde para uma oficina livre.

A oficina livre teve como tema a metodologia da construção de um projeto interdisciplinar. A princípio, mostrei aos cursistas slides contendo orientações de como elaborar um projeto, passa a passo, seguindo também as orientações contidas no Guia Geral.

Embora grande parte dos cursistas tenha prática em trabalhar com projetos, para alguns essa prática ainda é novidade. Por isso, o próprio programa decidiu que os projetos deveriam ser organizados por escola e não individualmente. Desse modo, os professores que trabalham nas mesmas escolas reuniram-se em grupos para elaborar um projeto de leitura e escrita ou mesmo adaptar aos moldes do Gestar II um outro projeto que sua escola já esteja executando.

Durante a oficina eles fizeram esboços dos projetos que serão aperfeiçoados e colocados em prática nos meses de outubro e novembro.

Fotos das oficinas realizadas dia 10/10/2009


Esses são os professores-cursistas "gestantes"do município de Diamantina

domingo, 13 de setembro de 2009

Leia!!!



"Leia, não para contradizer ou refletir, nem para crer ou tomar como certo, nem pelo discurso ou pelo enredo, mas para pensar e considerar. Alguns livros são só para serem provados, outros para serem engolidos, outros para serem mastigados e digeridos”.            
(FRANCIS BACON)

RELATÓRIO DA OFICINA 8: TP 4 - UNIDADES 15 E 16

No dia 12 de setembro de 2009. na E.E. Joaquim Felício dos Santos, ocorreu mais um encontro dos professores participantes do Gestar II - língua portuguesa para realizarem a oficina 8 da TP$, com o objetivo de desenvolver uma sequência de aulas utilizando elementos do processo de produção textual.
A TP4, que tem como tema "leitura e processos de escrita" trouxe à tona um problema enfrentado por todos os professores em sala de aula: a falta de proficiência dos alunos em ler e escrever.
Diante da teoria apresentada no decorrer das unidades da TP4, bem como das atividades sugeridas, chegamos ao consenso de que o processo de aquisição da leitura e da escrita é bem mais complicado do que se imagina. Além de despertar o interesse do educando pela leitura e escrita, é necessário fazê-lo entender que essas duas atividades estão intimamente relacionadas a quase todas as nossas práticas sociais. Desse modo, é preciso mostrar ao aluno a função sociocomunicativa da leitura e escrita, já que é a escola a responsável por tornar as pessoas leitores e escritores competentes.
Nessa oficina, tivemos apresentações de quase todos os "avançando na prática". Uma atividade que considerei bastante interessante foi a de completar um diário que havia sido iniciado contando a história de uma família que descobrira um local para acampar e que, em pouco tempo, transformara radicalmente esse local.
Essa atividade foi muito bem sucedida porque despertou o interesse dos alunos, já que eles gostaram da idéia de se apropriar de uma história alheia como sujeito capaz de alterar a realidade a sua volta. Para desenvolver a atividade de maneira satisfatória, o professor também teve que direcionar a leitura do aluno, ativando seus conhecimentos prévios para que ele pudesse fazer uma interpretação global do texto e do contexto da história.
Após as várias apresentações das transposições didáticas realizadas pelos cursistas e da análise dos textos produzidos pelos alunos, chegamos à conclusão de que nossos alunos, principalmente os da zona rural, apresentam um conhecimento muito restrito. Muitas vezes, eles não conseguem desenvolver o raciocínio em determinadas produções textuais porque o tema não faz parte de seu cotidiano, está muito distante de sua realidade social.
Achei interessante a metáfora presente na TP 4 estabelecendo uma relação entre o processo da escrita e a construção de um andaime, em que as atividades escolhidas pelo professor devem ajudar o aluno a trilhar passo a passo o processo que o ajudará a organizar, planejar e revisar seu texto. Para que aluno obtenha autonomia para produzir e também para avaliar seu texto, é preicso que o professor amplie seus horizontes, sendo para ele um exemplo de leitor e escritor competente.
A parte III da oficina propunha um trabalho de ativação das inferências diante de uma determinada imagem. A partir da observação de figuras de crianças e de algumas profissões associadas a essas figuras, os cursistas deveriam produzir um texto de propaganda relaiconado à interpretação que fizeram da imagem.
Num segundo momento, deveriam adaptar essa mesma tarefa a uma turma de 6º ao 9º ano, criando depois, uma aula sequencial a essa em que os alunos escreveriam uma carta a um profissional procurando saber mais informações a respeito do seu trabalho.
Os grupos conseguiram atingir o objetivo dessa atividade, que era o de desenvolver uma sequência de aulas de produção textual, tendo em vista a importância do planejamento e da preparação para o ato de escrever.
Na parte da tarde, depois de alguns "probleminhas" audiovisuais, assistimos ao filme "Narradores de Javé", que conta a história de um povo que se vê ameaçado pela construção de uma barragem e a única chance do lugar não ficar submerso pelas águas da represa é possuir um patrimônio histórico de valor científico. Diante dessa situação, a memória oral do povoado é eleita patrimônio histórico e torna-se enredo de um livro que deverá ser escrito por Antonio Biá, um dos poucos moradores da localidade com um certo domínio da leitura e escrita.
Os cursistas apreciaram muito o filme e a temática desenvolvida por ele para concluir a nossa discussão sobre letramento e processos de leitura e escrita.
Logo em seguida, os cursistas dividiram-se em grupos e fizeram a análise do filme utilizando um roteiro de questões que direcionou a interpretação deles  em relação à obra.
Socializamos nossos estudos acerca do filme "Narradores de Javé" e percebemos o poder que a leitura e a escrita praticadas de forma competente e consciente conferem ao indivíduo promovendo-o a sujeito da ação social.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

AVISO AOS NAVEGANTES...

Oi pessoal!
Só estou escrevendo para lembrá-los de que sábado haverá oficina com duração de oito horas.
Na parte da manha, encerraremos a TP4. E, na parte da tarde, assistiremos ao filme "Narradores de Javé", que concluirá nossos estudos sobre letramento.
Até lá!
Renata F. Ribeiro